Meu pai, Osvaldo Lopes, resgatava cães e gatos das ruas de Belo Horizonte com o dinheiro do próprio bolso. Contratava veterinários, organizava adoções e criava redes de apoio entre os vizinhos.
Cresci vendo esse trabalho de perto — e vendo também o preço dele. Meu pai sofreu ameaças de morte para aprovar leis que hoje protegem milhares de animais. Transformou a compaixão que aprendeu com a família em política pública de verdade.
Decidi entrar na política para somar com ele. Não para começar do zero, mas para continuar e ampliar uma luta que já é minha desde criança — agora com o alcance que só a Câmara dos Deputados pode dar.